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segunda-feira, 17 de setembro de 2012

Brazilian Stores... um pouquinho de Brasil...


 







Domingo, 16 de setembro,  fui passear  no evento organizado pela Rosana Alecrim em  Imizu. Fiquei surpresa e contente em ver que muitos brasileiros foram prestigiar. Também haviam alguns japoneses e latinos da Bolívia, Nicarágua, Argentina... Tudo bem arrumadinho, com vendas de comidas típicas doces e salgados, saborosos e  com preços bem acessíveis, roupas, acessórios, artesanato, maquilagem, estúdio de fotos, cabeleireira, depilação com fio, música brasileira e boliviana,etc.  e o tão esperado Carimbó, dança típica do Pará. Já havia visto um ensaio das meninas, mas o resultado final foi maravilhoso. Primeiro porque fizeram tudo na maior boa vontade já que não são profissionais de dança, o grupo foi formado especialmente para esse evento e já está convidado a participar do Festival Internacional de Takaoka, em novembro. Segundo que, apenas uma integrante do grupo é natural do Pará, se reuniram, ensaiaram muito  e deram um verdadeiro show!    
                         
                   Fotos copiadas de Bela Crovador/ Elizabete M. Imamura e Rosana Alecrim
               
                                                                      

Rosana Alecrim, idealizadora do evento, natural do Paraná




          
              Sônia, idealizadora do grupo, natural do Pará



     




     
  Helenice, natural de Goiás         Carol, natural do Amazonas

          
Teresa, natural de São Paulo        Kyomi, natural de Minas Gerais
      





                                                                                           
        
                  

Foi uma tarde  agradável, conheci outras pessoas, revi amigos, conversei muito e me diverti.
Outra coisa  interessante e importante; um moço que está começando um trabalho de prevenção contra drogas, por conta própria sem nenhum vínculo com nenhuma instituição ou igreja, estava distribuindo panfletos feitos por ele mesmo visando chamar atenção, principalmente dos pais, para esse problema que infelizmente tem afetado muito nossa comunidade. Não dá prá fingir que o problema não existe e que nossos filhos estão salvos. É preciso discutir o assunto e que atitudes como essa sejam valorizadas.

Voltando a organização do evento, é preciso lembrar que é uma festa independente, feita na coragem e na criatividade de um grupo de brasileiros, sem patrocínios e com recursos próprios. Uma festa aconchegante em ambiente familiar. Por um  instante, estávamos no Brasil...
Parabéns!!!!






   

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