Realizado por Toyama Kokusai Center e Kōenki Zaidan Hōjin, o evento aconteceu no Edifício Intec, das 14 às 16 horas e contou com a presença de japoneses e estrangeiros de vários países, sendo apenas três brasileiros...
Os palestrantes convidados:
Os palestrantes convidados:
Minoru Kiguti, brasileiro atuante na comunidade brasileira da província, tradutor e intérprete, mora em Toyama desde 1991, atua em várias atividades e associações em prol da nossa cultura e comunidade.
Kin Rei, chinesa, no Japão desde 2009, formou-se recentemente, é funcionária de uma empresa e tem um histórico de atuação intensa junto a estudantes estrangeiros.
Jack Lee Randall (acho que é assim que se escreve), americano, artista de performances com bonecos, veio como turista, se apaixonou por Toyama, voltou para uma temporada e ficou por aqui...
Nawab Ali Behlum, paquistanês, empresário do setor de exportação de carros usados para 15 países, atuante na comunidade local, juntamente com sua NPO faz trabalhos voluntários em asilos, eventos, patrulhas, etc.
Matsumoto Chiko, japonesa, filha de mãe japonesa e pai africano, do Kongo, músico. Cantora, apresenta-se por todo o Japão divulgando também a música e cultura africana, apesar de japonesa é vista como estrangeira...
Todos os participantes falaram sobre suas atividades na província, problemas enfrentados e objetivos a serem conquistados, apresentando os pontos positivos e negativos também.
Um ponto interessante, na minha opinião, foi o fato de que apesar de não ter intérpretes, eu pude compreender todo o seminário porque a linguagem utilizada foi compreensível, também me identifiquei com os relatos dos palestrantes e suas aspirações!
Para quem se interessar em participar desse tipo de evento ( se vc leu até aqui talvez se interesse), há mais três edições já programadas, com temas diferentes:
2: dia 16 de setembro, sobre o que fazer quando ficar doente, se machucar, cuidados necessários, etc.
3: 14 de outubro, para saber mais sobre as atividades dos estrangeiros em Toyama...
4: 18 de novembro, diferenças culturais de etiqueta e comportamento, etc.
É preciso fazer inscrição, por e-mail ou telefone ( veja na foto no link).

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