Hoje foi a minha estreia na reunião semanal da fábrica, onde a cada semana um funcionário faz um pequeno discurso e no final lê um tipo de oração, em japonês, lógico. Era um dos meus sonhos bobos, ser igualada aos japoneses até mesmo nisso... Depois que passei para o time oficial, a primeira coisa que fiz foi pedir uma cópia dessa oração com o modo de leitura dos kanjis, apesar de não ter estudado...
Pois bem, os japoneses sempre falam a mesma coisa, sobre o tempo, a preocupação em tratar a gripe ou em não ficar gripado... Eu disse apenas que, estava um pouco triste porque o ano já estava prá acabar mas que pensando bem, a minha maior alegria deste ano foi ter sido contratada, que estava muito grata por poder trabalhar e me divertir junto com eles... que não sabia até que ponto eu estaria sendo um fardo para eles, mas que eu estava completamente feliz...
No final, fiz a leitura. Recebi elogios.
_Nossa você lê melhor que eu! Disse um japonês.
Mais tarde dois jovens estavam conversando sobre meu discurso.
_Eu só falo da gripe... Disse um.
_Eu também. Respondeu o outro.
_Não posso falar o que penso? Perguntei.
_Deve. Eles reponderam. Me disseram que todos ficaram tocados por minhas palavras e contentes em saber que eu era feliz por trabalhar ali... Que os japoneses não conseguem expressar os sentimentos assim...
Todo mundo sabe que sou diferente! Está na minha cara, no jeito de falar, andar, comer... E todo mundo me trata como igual! A minha diferença só me ajuda a ser respeitada!
segunda-feira, 21 de novembro de 2011
sexta-feira, 11 de novembro de 2011
Brasil e Sérvia em Toyama
Está longe o tempo em que eu parava tudo prá ver o jogo de vôlei dos meninos da seleção, depois de nove anos de Japão, a gente até esquece a cidadania... Nos últimos anos tenho trabalhado apenas com japoneses, passo o dia falando ou tentando falar japonês, ouvindo japonês, pensando no que vou escrever em japonês... Quando volto prá casa, meu filho está me esperando prá ver algum anime ou me chama prá ver algo interessante, em japonês! Nos últimos meses também tenho me divertido junto com os japoneses do trabalho, aprendendo na prática a cultura e aprimorando meu modo de falar japonês e aprendendo a gostar de comida japonesa! A maioria das pessoas que conheci voltaram ao Brasil, por sorte, por causa das aulas de português tenho conhecido mais brasileiras...
Copa em Toyama? Eu vou!! Pensei. Das outras vezes não podia faltar ao trabalho, desta vez faltei com todo apoio do pessoal que trabalha comigo! É o seu país! Vá torcer! Eu fui! Sinceramente, mal sabia o nome das jogadoras. Não entendo nada de vôlei! Mas o sangue brasileiro foi voltando, voltando... De repente, eu estava com um calor terrível, gritando Brasil! Brasil! é uma emoção inexplicável! Ver o time perder os primeiros sets, na frente dos meus olhos, foi sofrido. E a virada emocionante!! Algumas jogadas, quando a bola subia, subia... me lembraram o Bernard e seu saque jornada nas estrelas... Gritei, gritei... pensei que fosse ficar sem voz, mas limpei os pulmões e recuperei minha brasilidade! Naturalmente como era dia e horário de trabalho, a torcida brasileira foi pequena mas funcionou! Os japoneses gritavam Serubia... Serubia... e a gente, Brasil, Brasil... Foi emocionante!
sábado, 5 de novembro de 2011
Sim o paraíso existe, eu trabalho nele...
No meu trabalho, a gente usa jornal prá embalar algumas coisas e sempre que consigo, leio as estorinhas, algumas coisas saltam aos meus olhos. 仕事を好きになって(shigoto o suki ni natte), algo tipo procure gostar do seu trabalho... Ninguém me entende mas eu adoro o meu! Não importa onde, nem com quem, nem o tipo de serviço, as vezes é quase impossível mas eu sempre tento! Atualmente trabalho num local onde não há necessidade de gritarias. Sem estresse... Cada um na sua fazendo o seu trabalho, conversando durante o expediente, passando email, comprando café... E me ajudando porque gente passeando na minha seção tem sempre que me fazer algum favor... kkk...
Nove anos de Japão, vários empregos e é a primeira vez que me sinto realmente bem no trabalho, braçal, pesadinho, corrido, mas eu emagreço, aprendo japonês, tenhos os mesmos direitos e deveres deles, e sou tratada como igual!
O que essa gaijin (estrangeira) está fazendo aqui? Eu posso me orgulhar de ser a única estrangeira no quadro de efetivos, e a primeira. Sem nenhum tipo de discriminação!
Ontem fui na viagem de outono, evento apenas para funcionários, família não participa de nada aqui! Os japoneses vivem fazendo turismo em onsen (thermas). O trabalho pára meia hora antes, paras as mulheres se trocarem! Depois entramos num ônibus e tchau! Fui pela segunda vez, desta vez já não tão envergonhada de ficar pelada com as japonesas...
O hotel thermas (ゆめつづり/yume tsuzuri)é chiquérrimo, as piscinas de água quente ao ar livre, eu entrei em todas! O quarto outro espetáculo, edredons fofíssimos, uma vista linda, e os quimonos... Também fiz algumas observações discretas, definitivamente essa coisa de depilação, depilação artística não deve ser moda por aqui... O banquete era tão chique que as comidas pareciam amostras! Uma variedade imensa mas tão pouquinho... O café da manhã não tem café, mas é um espetáculo self-service!
Os japoneses se divertem juntos, de maneira bem diferente da gente, são mais inocentes, atenciosos, prestativos, e eu estou adorando conhecer esse Japão que até há alguns meses era proibido prá mim. Que graça tem um monte de homens pelados, tomando banho juntos numa água escaldante? Sei lá... Do lado feminino, posso afirmar que passar algum tempo cozinhando num ofurô relaxa, tira o cansaço e deixa a pele tão boa... Além do fato de que nuas, a gente não tem o que esconder, mesmo sem nenhum tipo de contato físico, as pessoas conversam com mais intimidade. Acho que estou virando japonesa...
Nove anos de Japão, vários empregos e é a primeira vez que me sinto realmente bem no trabalho, braçal, pesadinho, corrido, mas eu emagreço, aprendo japonês, tenhos os mesmos direitos e deveres deles, e sou tratada como igual!
O que essa gaijin (estrangeira) está fazendo aqui? Eu posso me orgulhar de ser a única estrangeira no quadro de efetivos, e a primeira. Sem nenhum tipo de discriminação!
Ontem fui na viagem de outono, evento apenas para funcionários, família não participa de nada aqui! Os japoneses vivem fazendo turismo em onsen (thermas). O trabalho pára meia hora antes, paras as mulheres se trocarem! Depois entramos num ônibus e tchau! Fui pela segunda vez, desta vez já não tão envergonhada de ficar pelada com as japonesas...
O hotel thermas (ゆめつづり/yume tsuzuri)é chiquérrimo, as piscinas de água quente ao ar livre, eu entrei em todas! O quarto outro espetáculo, edredons fofíssimos, uma vista linda, e os quimonos... Também fiz algumas observações discretas, definitivamente essa coisa de depilação, depilação artística não deve ser moda por aqui... O banquete era tão chique que as comidas pareciam amostras! Uma variedade imensa mas tão pouquinho... O café da manhã não tem café, mas é um espetáculo self-service!
Os japoneses se divertem juntos, de maneira bem diferente da gente, são mais inocentes, atenciosos, prestativos, e eu estou adorando conhecer esse Japão que até há alguns meses era proibido prá mim. Que graça tem um monte de homens pelados, tomando banho juntos numa água escaldante? Sei lá... Do lado feminino, posso afirmar que passar algum tempo cozinhando num ofurô relaxa, tira o cansaço e deixa a pele tão boa... Além do fato de que nuas, a gente não tem o que esconder, mesmo sem nenhum tipo de contato físico, as pessoas conversam com mais intimidade. Acho que estou virando japonesa...
sábado, 22 de outubro de 2011
quinta-feira, 13 de outubro de 2011
A alegria de hoje
Todo dia é a mesma coisa, ele vem como que para conferir o rebanho, dá um grito no meio do barracão, cumprimenta funcionário por funcionário, pergunta algo, faz alguma brincadeira e vai embora.
_Shirubia, você está com calor!!!! Mas o Brasil não é quente?...
_É, mas eu não não moro no deserto,kkkkk...
Ele é um senhor com respeitável, alto, simples, educado, rico, culto, viajado e não traz aquela placa na testa que diz que é o dono da empresa, parece um funcionário qualquer.
_Senhor presidente, este é o álbum do meu teatrinho...
_ Êhhh, posso ver?
Tirou os óculos e sentou-se numa caixa, olhou as cem fotos, uma por uma, cada olhada um sorriso... Leu os recortes de jornais e no final, com muita admiração e orgulho, me disse: _ Anta ha erai desu, né!
Aí a minha modéstia voou pelos ares novamente... Eu pensar que foi um sucesso é uma coisa, meus amigos me dizerem isso é outra, mas ouvir de um japonês, experiente, e meu patrão que eu sou o máximo, isso sim é o máximo!
Em outra empresa, eu até poderia levar uma bronca por ter levado as fotos para o local de trabalho...
_Shirubia, você está com calor!!!! Mas o Brasil não é quente?...
_É, mas eu não não moro no deserto,kkkkk...
Ele é um senhor com respeitável, alto, simples, educado, rico, culto, viajado e não traz aquela placa na testa que diz que é o dono da empresa, parece um funcionário qualquer.
_Senhor presidente, este é o álbum do meu teatrinho...
_ Êhhh, posso ver?
Tirou os óculos e sentou-se numa caixa, olhou as cem fotos, uma por uma, cada olhada um sorriso... Leu os recortes de jornais e no final, com muita admiração e orgulho, me disse: _ Anta ha erai desu, né!
Aí a minha modéstia voou pelos ares novamente... Eu pensar que foi um sucesso é uma coisa, meus amigos me dizerem isso é outra, mas ouvir de um japonês, experiente, e meu patrão que eu sou o máximo, isso sim é o máximo!
Em outra empresa, eu até poderia levar uma bronca por ter levado as fotos para o local de trabalho...
domingo, 11 de setembro de 2011
Dúvidas...
As vezes me pergunto por que ser professora? É tão difícil educar os próprios filhos... Mas a resposta não vem... Não é por dinheiro (graças a Deus tenho meu trabalho na fábrica!)... Não é por falta do que fazer... Deve ser loucura mesmo!... Eu estudei em algum livro que dizia que o professor não ensina, mostra o caminho...É bom ver alguém caminhando sozinho na trilha da letras, voando sem ter asas... Isso não tem preço!
As vezes me pergunto, por que algumas pessoas gostam tanto de mim, em troca de nada... _Bom dia, fia! Meu querido vizinho, amigo, pai, avô, Seu Antonio, 92 anos me chamava assim enquanto me dava um beijinho, convivemos tão pouco tempo, 3,4 anos, e me senti tão amada! Ele dizia que eu iluminava a vida dele! _Alô, minha querida! Você é a luz da minha vida! Ouvi muito isso, pessoalmente e por telefone mas agora meu tio que nem é meu tio de verdade, está tão velhinho que não sabe mais quem eu sou... Aqui no Japão já ouvi de muito que tenho uma energia especial, que ilumino as pessoas... uma dessas pessoas agora está doente...
As vezes me pergunto por que as pessoas que gostam de mim, não são eternas?
As vezes me pergunto por que Deus me deu tantas habilidades se não posso me dedicar a todas...Por que essa coisa de pensar 3,4 coisas ao mesmo tempo, e a necessidade de criar, criar...
Afinal, quem sou eu? Qual será minha missão?
As vezes me pergunto, por que algumas pessoas gostam tanto de mim, em troca de nada... _Bom dia, fia! Meu querido vizinho, amigo, pai, avô, Seu Antonio, 92 anos me chamava assim enquanto me dava um beijinho, convivemos tão pouco tempo, 3,4 anos, e me senti tão amada! Ele dizia que eu iluminava a vida dele! _Alô, minha querida! Você é a luz da minha vida! Ouvi muito isso, pessoalmente e por telefone mas agora meu tio que nem é meu tio de verdade, está tão velhinho que não sabe mais quem eu sou... Aqui no Japão já ouvi de muito que tenho uma energia especial, que ilumino as pessoas... uma dessas pessoas agora está doente...
As vezes me pergunto por que as pessoas que gostam de mim, não são eternas?
As vezes me pergunto por que Deus me deu tantas habilidades se não posso me dedicar a todas...Por que essa coisa de pensar 3,4 coisas ao mesmo tempo, e a necessidade de criar, criar...
Afinal, quem sou eu? Qual será minha missão?
sexta-feira, 29 de julho de 2011
Vamos estudar japonês?
O Governo da Província de Toyama, ciente das dificuldades enfrentadas pelos estrangeiros, elaborou uma pesquisa e pediu a colaboração de todos, espero que você tenha respondido e entregue a sua... Segundo a carta anexa, o prazo se encerrou hoje, 29 de julho. A pesquisa foi encaminhada e distribuída por associações culturais, escolas, classes de japonês, empreiteiras, etc... Haviam questões sobre educação, discriminação, espaço para escrever opinões...
Junto com a pesquisa, veio também uma lista com todos as classes de ensino de japonês em Toyama, infelizmente em japonês! Lamentável porque a parte mais interessada é justamente aquela que não lê kanji, ou deveria ser... Então, aqui vai um pequeno resumo já que não sou tradutora...
WAI WAI NIHONGO TAIKOYAMA a classe mais legal do mundo! Estudo lá!... Responsável: Kamei san
Imizu-shi Naka Taikoyama 13-3-1 perto do Pasco de Kosugi
fone: 0766-52-6811( Imizu Kokusai Center-ICIA)
http://waiwai.takara-bune.net/
e-mail: icia@bz03.plala.or.jp 300 yenes por aula, aos sábados ( folga no primeiro), das 7 às 8 e 30 da noite, auxílio nas tarefas escolares (gratuito), professores e voluntários japoneses. Classes de iniciante e intermediário

Uozu-shi
e-mail:chiiki-kyodo@uozu.lg.jp
http://www.city.uozu.toyama.jp/
segunda a sexta
Kurobe-shi
Collare Kokusai center
e-mail: kikakuseisaku@city.kurobe.lg.jp
http://www.city.kurobe.toyama.jp/
Três domingos por mês, das 10 as 11 e 30, 300yenes por aula.
Toyama-shi
Toyama Kokusai Gakuin
e-mail: toyamaia@h6.dion.ne.jp
http://www.h2.dion.ne.jp/~toyamaia
de segunda a sexta
Escola Toyama Japonica
tel: 076-423-2737
e-mail: japonica@fsinet,or.jp
http://www.japonica.jp
aulas individuais e em grupo
Toyama-shi Kokusai Center ( Também estou estudando kanji aqui)
Cic terceiro andar, em frente da estação
fone: 076-444-0642
e-mail: infoAtca-toyama.jp
http://www.tca-toyama.jp/
300 yenes por aula,
classes de kanji, japonês, auxílio escolar etc. Faça uma visita!
Kureha machi
fone: 076-436-3024
de segunda a sexta
Toyama Gaido Kurabu
fone: 076-441-2959
e-mail: tubayashi_nietos@softbank.ne.jp
aos sábados da 7 as 9 da noite
Yuyu Nihongo kyoushitsu
Gofuku
fone: 076-442-1435
e-mail: y-nosaku@lapis.plala.or.jp
Yatsuo machi
tel:090-3762-6098
segundos e quartos sábados/ primeiros e terceiros domingos da 1 as 3 da tarde
Takaoka-shi
fone:090-2839-2084
para brasileiros
Good Will Takaoka-shi
fone: 0766-24-3386
e-mail: iakira_147258@ybb.net.jp
quinta-feira das 8 as 9 e 30 da noite
Takaoka kokusai Kosmos
Ycma fone: 0766-26-4656
e-mail: ymca@p1.coralnet.or.jp
segunda, quarta e sexta, 500 yenes por hora. Gratuito para crianças!
Takaoka kokusai Center
fone: 0766-27-1856
e-mail:kokusai@p1.tcnet.ne.jp
http://www.senmaike.net;kokusaikoryu/
aos domingos, das 7 as 8 e 30 da noite
Takaoka-shi
Himawari
fone:0766-23-7422
e-mail:krkwtr@hotmail.com
600yenes por aula
Maegawa sensei
fone:0766-63-1917
e-mail: the_battle_is_the_lords@yahoo.co.jp
segunda a sábado, 1000 por hora
Imizu-shi
Toyama Business Seimon Gaku
fone:0766-55-1420
e-mail: sorita@te.urayama.ac.jp
htpp://www.bit.urayama.ac.jp
Himi-shi
Himi Kokusai Center
fone: 0766-748013
três sábados por mês, 200yenes por aula, das 10 as 11e30 da manhã
Ishida sensei
fone: 0766-72-5256
e-mail: yishida33@hotmail.com
Nanto-shi
fone:0763-52-3022
e-mail: info@nanto-ykk.org
http://www.nanto-ykk.org/
Karuna Nihongo kyoushitsu
fone:0763-52-1801
e-mail:jimjim_0109@yahoo.co.jp
Junto com a pesquisa, veio também uma lista com todos as classes de ensino de japonês em Toyama, infelizmente em japonês! Lamentável porque a parte mais interessada é justamente aquela que não lê kanji, ou deveria ser... Então, aqui vai um pequeno resumo já que não sou tradutora...
WAI WAI NIHONGO TAIKOYAMA a classe mais legal do mundo! Estudo lá!... Responsável: Kamei san
Imizu-shi Naka Taikoyama 13-3-1 perto do Pasco de Kosugi
fone: 0766-52-6811( Imizu Kokusai Center-ICIA)
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quinta-feira, 28 de julho de 2011
Integrar é preciso!

Eu moro em Toyama, uma província com estrangeiros de mais de trinta países. Brasileiros, chineses, filipinos e paquistaneses no topo da lista... Apesar de todas as dificuldades e problemas no cotidiano, podemos contar com intérpretes em algumas prefeituras, hospitais, escolas e centros culturais. Apesar da dificuldade de fazer amizade com os japoneses, também podemos contar com várias classes de ensino de língua japonesa, onde professores e pessoas da comunidade, japoneses voluntários se esforçam para nos ensinar. Mas quantos alunos tem na sua classe?... Bem...
Também várias associações fazem vários eventos no decorrer no ano, para promover a integração dos estrangeiros com a comunidade, e eu sempre acho que o número de participantes poderia ser bem maior...
Todos nós somos muito ocupados, passamos os dias na fábrica, temos que cuidar da família, da casa, ir na igreja etc,etc... Dizem que a gente adora reclamar, mas se não usufruimos nem prestigiamos as poucas coisas que temos, de que adianta reclamar que os japoneses são frios, que não gostam dos estrangeiros...
Eu, da minha parte, resolvi mostrar, ainda mais, que eu existo, eu existo e ponto! Vou me esforçar para participar mais dos eventos para estrangeiros, afinal se os estrangeiros não participam _ Imi ga nai!Não tem significado! Prá começar, já entrei numa classe nova de kanji...
E você, não tem um tempinho prá aprender alguma coisa? ...
O tempo passa, voa! E eu não quero voltar ao Brasil falando apenas da minha vida nas fábricas!
quinta-feira, 23 de junho de 2011
Casamento gay, e eu com isso?????
Eu não, não tenho tido muito tempo para ver tv nem ler notícias do Brasil mas li numa revista sobre o casamento gay. Demorou, né!... Eu não sou gay, não que eu saiba... Mas se fosse, com certeza iria brigar por meus direitos!
Tenho dois filhos e uma filha, todos se dizem héteros... Se eu tivesse um filho gay, não seria menos meu filho por causa disso. Aliás sempre digo à eles, brincando, que se tivesse um filho gay eu seria uma mãe mais amada, mais paparicada, poderia ser fashion, andar toda produzida, poderia ser mais culta, mais alegre, mas... ninguém me entende!
Brincadeiras à parte, se eu tivesse um filho gay sofreria com ele a dor da discriminação, do julgamento constante... Eu poderia não ser a mãe mais feliz do mundo mas jamais excluíria meu filho do meu mundo!
Vendo alguma historias, é impressionante como as pessoas sofrem, são excluídas da família, dão a volta por cima, vão morar junto com alguém, e se acontece o pior... A família do falecido aparece querendo tudo e enxotando o/a companheiro/a. Mesmo aqui no Japão, as vezes vejo os dramas pessoais na tv, pessoas de sucesso com lembranças tão tristes! Tanto preconceito, perseguição...
Enfim, por que estou escrevendo sobre isso hoje, se não tenho filhos gays e se não sou... Porque sou um ser pensante, humano, e que independente de credos ou religiões, se acha no direito de respeitar as opções alheias... E os incomodados que se mudem, de mundo...
Tenho dois filhos e uma filha, todos se dizem héteros... Se eu tivesse um filho gay, não seria menos meu filho por causa disso. Aliás sempre digo à eles, brincando, que se tivesse um filho gay eu seria uma mãe mais amada, mais paparicada, poderia ser fashion, andar toda produzida, poderia ser mais culta, mais alegre, mas... ninguém me entende!
Brincadeiras à parte, se eu tivesse um filho gay sofreria com ele a dor da discriminação, do julgamento constante... Eu poderia não ser a mãe mais feliz do mundo mas jamais excluíria meu filho do meu mundo!
Vendo alguma historias, é impressionante como as pessoas sofrem, são excluídas da família, dão a volta por cima, vão morar junto com alguém, e se acontece o pior... A família do falecido aparece querendo tudo e enxotando o/a companheiro/a. Mesmo aqui no Japão, as vezes vejo os dramas pessoais na tv, pessoas de sucesso com lembranças tão tristes! Tanto preconceito, perseguição...
Enfim, por que estou escrevendo sobre isso hoje, se não tenho filhos gays e se não sou... Porque sou um ser pensante, humano, e que independente de credos ou religiões, se acha no direito de respeitar as opções alheias... E os incomodados que se mudem, de mundo...
quinta-feira, 28 de abril de 2011
Vida nova!
No Japão, o ano fiscal vai de abril até março.
Então, em abril um novo ano começa, na empresa com a entrada de novos funcionários, na escola com o ínicio do ano letivo e na vida pessoal com os novos sonhos e esperanças, afinal é primavera!
Recentemente, me tornei seishain da empresa, isso significa ser funcionária direta, sem intermediários, com todos os direitos e deveres dos japoneses. O direitos incluem folga remunerada, bônus, auxílio família, auxílio transporte. Os deveres, pagar o tão temido shakai hoken (seguro social de saúde) e a aposentadoria. Isso leva uma boa parte do salário mas o futuro é incerto, todo mundo sabe, e ficar velho sem ter aposentadoria não é uma coisa muito interessante, principalmente aqui no Japão... Há ainda as viagens, passeios, eventos sociais que não incluem as famílias dos funcionários...
Também recentemente, participei do meu primeiro evento um hanamienkai, que segundo o título deveria ser um piquenique sob as flores de cerejeiras e nesse caso era uma festa! Estava preocupada afinal, isso incluía passar a noite num onsen (termas), tomar banho pelada com as japonesas e comer de hashi... Tudo bem, o hashi (pauzinhos) eu sempre treino em casa, mas tomar banho com um monte de mulheres...
Mas qual é a graça em ser shain e não participar das coisas que eu não podia porque não era? Saímos do trabalho, entramos no ônibus e fomos. Um local muito bonito, familiar, tudo reservado para a nossa turma. Um quarto aconchegante, um edredon fofíssimo, quimono... Lá fui eu! Me fiz de cega, tirei a roupa, sentei no banquinho, lavei tudo com a toalhina e depois entrei na água escaldante, sem prestar atenção em nada. Ai que delícia! Acho que foi a melhor primeira vez da minha vida!
No salão de festas, pequenas mesinhas que formavam um U ao contrário, no topo a presidência e os novos funcionários, eu também! Sem fotos... No cardápio, além do saquê e da cerveja, sashimi, sukiaki, tempurá, mazegohan, etc,etc..._ Você já comeu esse tipo de comida? _O chefão me perguntou. _Não, mas posso tentar!...
Depois de comer tudo aquilo, e no dia seguinte comer o banquete matinal e gostar, cheguei a conclusão de que eu realmente mudei muito. Aquela Silvia que veio para o Japão era uma simples brasileira e esta que está aqui já não sabe mais ao certo o que é...
Mas o mais interessante neste meu rápido passeio, foi estar pela primeira vez entre eles, e ser aceita como parte do grupo. Enquanto eles bebiam eu observava, discretamente, e comparava com brasileiros. Os japoneses realmente são tímidos e precisam beber para conversar, se divertir, mas mesmo bêbados não se tornam inconvenientes nem baixam o nível... E no dia seguinte, de volta ao trabalho, todo mundo quieto, nenhum comentário, nenhuma fofoca, parece que não fomos à lugar nenhum...
Então, em abril um novo ano começa, na empresa com a entrada de novos funcionários, na escola com o ínicio do ano letivo e na vida pessoal com os novos sonhos e esperanças, afinal é primavera!
Recentemente, me tornei seishain da empresa, isso significa ser funcionária direta, sem intermediários, com todos os direitos e deveres dos japoneses. O direitos incluem folga remunerada, bônus, auxílio família, auxílio transporte. Os deveres, pagar o tão temido shakai hoken (seguro social de saúde) e a aposentadoria. Isso leva uma boa parte do salário mas o futuro é incerto, todo mundo sabe, e ficar velho sem ter aposentadoria não é uma coisa muito interessante, principalmente aqui no Japão... Há ainda as viagens, passeios, eventos sociais que não incluem as famílias dos funcionários...
Também recentemente, participei do meu primeiro evento um hanamienkai, que segundo o título deveria ser um piquenique sob as flores de cerejeiras e nesse caso era uma festa! Estava preocupada afinal, isso incluía passar a noite num onsen (termas), tomar banho pelada com as japonesas e comer de hashi... Tudo bem, o hashi (pauzinhos) eu sempre treino em casa, mas tomar banho com um monte de mulheres...
Mas qual é a graça em ser shain e não participar das coisas que eu não podia porque não era? Saímos do trabalho, entramos no ônibus e fomos. Um local muito bonito, familiar, tudo reservado para a nossa turma. Um quarto aconchegante, um edredon fofíssimo, quimono... Lá fui eu! Me fiz de cega, tirei a roupa, sentei no banquinho, lavei tudo com a toalhina e depois entrei na água escaldante, sem prestar atenção em nada. Ai que delícia! Acho que foi a melhor primeira vez da minha vida!
No salão de festas, pequenas mesinhas que formavam um U ao contrário, no topo a presidência e os novos funcionários, eu também! Sem fotos... No cardápio, além do saquê e da cerveja, sashimi, sukiaki, tempurá, mazegohan, etc,etc..._ Você já comeu esse tipo de comida? _O chefão me perguntou. _Não, mas posso tentar!...
Depois de comer tudo aquilo, e no dia seguinte comer o banquete matinal e gostar, cheguei a conclusão de que eu realmente mudei muito. Aquela Silvia que veio para o Japão era uma simples brasileira e esta que está aqui já não sabe mais ao certo o que é...
Mas o mais interessante neste meu rápido passeio, foi estar pela primeira vez entre eles, e ser aceita como parte do grupo. Enquanto eles bebiam eu observava, discretamente, e comparava com brasileiros. Os japoneses realmente são tímidos e precisam beber para conversar, se divertir, mas mesmo bêbados não se tornam inconvenientes nem baixam o nível... E no dia seguinte, de volta ao trabalho, todo mundo quieto, nenhum comentário, nenhuma fofoca, parece que não fomos à lugar nenhum...
quarta-feira, 6 de abril de 2011
Tsunami
De repente está tudo bem, vem um tremor, uma onda gigante e leva tudo. Vidas, bens materiais, sonhos, tudo vai embora. O que sobra parece lixo, e no meio do lixo as pessoas que felizmente se salvaram. No meio do nada devem se peguntar: e agora?... Aos poucos as coisas vão se ajeitando, mas e as cidades devastadas? As pessoas perderam suas historias num segundo e ganharam um trauma para toda a vida, que bom que estão vivos, mas muitos estão sem parentes, sem casa, sem emprego... O perigo da radiação assusta o mundo, a água do mar está sendo contaminada... O mundo inteiro se mobilizando em eventos para arrecadar fundos para enviar ao Japão que dias atrás estava ajudando no terremoto da Nova Zelândia, onde vários japoneses, a maioria de Toyama-Ken, foram vítimas... Os japoneses são muito organizados em tudo, nos primeiros três dias da tragédia, todos os programas de tv de todas as emissoras sairam do ar, inclusive os canais de vendas, nenhuma propaganda comercial foi veiculada, durante todo o tempo foram exibidos programas de notícias sobre os tremores, sem sensacionalismo barato. A televisão brasileira faria isso?... Aos poucos a programação está voltando ao normal e a maioria dos comerciais incentivam a solidadriedade e a coragem prá recomeçar.
Minha vida não mudou, moro longe da área de risco embora o risco exista em todos os lugares, embora eu resida há trinta, quarenta quilômetros de uma outra usina nuclear, eu continuo me perguntando: e agora? Muitos brasileiros, em pânico, estão voltando ao Brasil. Outros estocaram muito arroz, compraram muita comida achando que ia faltar. O combustível subiu.
É difícil entender a cultura japonesa, quando damos um presente para alguém, por exemplo, esperamos que a pessoa se alegre e não que que em seguida nos devolva outro. Parece que os japoneses não gostam de receber presentes pois se sentem obrigados a retribuir... É o sistema deles, embora eu prefira receber de volta um sorriso sincero apenas. Mas, e agora? Como retribuir a toda ajuda de tantas pessoas estranhas que estão se mobilizando por todo o mundo? Com apenas um sorriso! Eu não sei bem que liçao aprenderemos nisso, mas eu que não tenho sangue nipônico e que já fui até discriminada por isso no Brasil, estou vendo que o primeiro mundo também precisa de ajuda, e que os gaijins do mundo inteiro estão ajudando o Japão!... Ganbare Nippon!
Minha vida não mudou, moro longe da área de risco embora o risco exista em todos os lugares, embora eu resida há trinta, quarenta quilômetros de uma outra usina nuclear, eu continuo me perguntando: e agora? Muitos brasileiros, em pânico, estão voltando ao Brasil. Outros estocaram muito arroz, compraram muita comida achando que ia faltar. O combustível subiu.
É difícil entender a cultura japonesa, quando damos um presente para alguém, por exemplo, esperamos que a pessoa se alegre e não que que em seguida nos devolva outro. Parece que os japoneses não gostam de receber presentes pois se sentem obrigados a retribuir... É o sistema deles, embora eu prefira receber de volta um sorriso sincero apenas. Mas, e agora? Como retribuir a toda ajuda de tantas pessoas estranhas que estão se mobilizando por todo o mundo? Com apenas um sorriso! Eu não sei bem que liçao aprenderemos nisso, mas eu que não tenho sangue nipônico e que já fui até discriminada por isso no Brasil, estou vendo que o primeiro mundo também precisa de ajuda, e que os gaijins do mundo inteiro estão ajudando o Japão!... Ganbare Nippon!
segunda-feira, 14 de fevereiro de 2011
Ressurgindo das cinzas
Faz muito tempo que não escrevo, não é so a falta de tempo, a preguiça nem as mil coisas que tenho que fazer... Meu dia deveria ter cinquenta horas, preciso de tempo para pensar, para trabalhar na fábrica, para ser mãe, esposa, professora... Talvez eu seja uma daquelas cobras que quanto mais você pisa, mais ela se arrasta e sobrevive, tem sempre alguma coisa tentando me derrubar, quando está tudo indo bem, pof!... Eu já renasci tantas vezes, e não estou falando de supostas reencarnações, nem dos resquícios de vidas passadas que as vezes percebo em meus sonhos malucos, é óbvio que não sou normal, senão não estaria aqui escrevendo prá você ler... Vivo renascendo de minhas crises existenciais, econômicas, etc,etc.
Mas assim como a América eu também tenho meu 11 de setembro, o dia em que também sofri um atentado. Um equipamento planejado para salvar vidas, quase tirou a minha. Depois de parar o carro numa esquina, olhar para todos os lados e sair lentamente, o air bag da minha wagon R me deu soco, explodiu na minha cara e eu bati num poste, em baixa velocidade.
O fabricante, Suzuki, fez a perícia, não encontraram explicações, a culpa é minha que dirigia próximo ao poste, detalhe a rua é estreita, sem calçadas e os postes quase no meio da rua... Bom, eu não morri, ficaram as sequelas emocionais e financeiras... Eu poderia abrir um processo, mas isso custa dinheiro, que não tenho, tempo que não tenho e ainda teria que ficar remoendo, recordando esse dia que só quero esquecer... Se pelo menos eu fosse fluente em japonês, mas ter que explicar a um tradutor... Assunto encerrado, não quero falar mais sobre isso, não pensar já é mais difícil porque o trauma não passa... Eu só queria mesmo deixar um alerta, se você soubesse o quanto dói o soco de um air bag jamais carregaria uma criança no banco da frente...
Mas assim como a América eu também tenho meu 11 de setembro, o dia em que também sofri um atentado. Um equipamento planejado para salvar vidas, quase tirou a minha. Depois de parar o carro numa esquina, olhar para todos os lados e sair lentamente, o air bag da minha wagon R me deu soco, explodiu na minha cara e eu bati num poste, em baixa velocidade.
O fabricante, Suzuki, fez a perícia, não encontraram explicações, a culpa é minha que dirigia próximo ao poste, detalhe a rua é estreita, sem calçadas e os postes quase no meio da rua... Bom, eu não morri, ficaram as sequelas emocionais e financeiras... Eu poderia abrir um processo, mas isso custa dinheiro, que não tenho, tempo que não tenho e ainda teria que ficar remoendo, recordando esse dia que só quero esquecer... Se pelo menos eu fosse fluente em japonês, mas ter que explicar a um tradutor... Assunto encerrado, não quero falar mais sobre isso, não pensar já é mais difícil porque o trauma não passa... Eu só queria mesmo deixar um alerta, se você soubesse o quanto dói o soco de um air bag jamais carregaria uma criança no banco da frente...
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